terça-feira, 28 de abril de 2009

Reconstituição dos primeiros anos de vida de Genghis Khan, que ainda muito cedo foi escravo antes de se tornar um dos maiores conquistadores de todos os tempos. Ele chegou a dominar metade do mundo conhecido até então, incluindo a Rússia no ano de 1206.

Direção do cineasta russo Sergei Bodrov, ilumina a vida e a lenda de Genghis Khan, um antigo escravo mongol chamado Termudjin, na sua deslumbrante épica história do surgimento do Império Mongol, que na realidade foi o maior de mundo, consolidado em 1206, criando a nação Mongol. A partir das suas emocionantes batalhas ao seu íntimo romance, tem a aparência, a dimensão, história e sentir-se de uma antiquada épico, no melhor e maior sentido da palavra. Os russos tentaram fazer um filme Hollywoodiano, com belas cenas e imagens, contando a história pela metade. Mas, este filme não se baseia uma estória fictícia, mas sim em uma história real. A grande falha foi grandes buracos na história, pois a melhor produção sobre a real história do Império Mongol foi produzido pela BBC – História - Genghis Kan - A Fúria Mongol foi uma superprodução realizada em 2005. Este sim relata à verdadeira história do império, com os mínimos detalhes. Como conhecedor da história do Império Mongol, fiquei desapontado, porque foi omitida a conquista em 1215, da capital da China (Pequin) que tinha 350 mil habitantes, e todos foram dizimados, pelos 50 mil guerreiros mongóis, superando as muralhas do Império da China e a grande muralha de 12 metros de altura da cidade de Pequin. A conquista da Pérsia em 1218, com 200 mil mongóis, com suas táticas de guerra. A capitulação da Rússia, Hungria, Polônia e Áustria. Este filme da BBC foi uma homenagem aos 800 anos da nação mongol, ao líder militar mais bem sucedido de todo mundo, com um império 4 vezes maior do que Alexandre, o Grande. Apesar de Mongol, ser belamente fotografado no Cazaquistão e na província chinesa de Mongólia Interior, a história nunca pode ser mudada ou omitida. A melhor parte do mongol é a qualidade humana. Pelo pecado de omissões históricas, que poderiam de alocadas em cenas, perde a veracidade da produção. Nota 5,0.

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